“A margem de lucro (700%) pode ser três vezes superior à da cocaína”, disse o jornalista Tom Mueller no programa 60 Minutes, da CBS News.
A fraude alimentar não acontece apenas em Itália. Está por todo o lado em Hong Kong. O que pode fazer a esse respeito? Denunciar às autoridades ou deixar que as redes sociais revelem o problema!
Prefiro que as redes sociais tomem conta, alertando todos para NÃO COMPRAREM.
Cada leitor deve dizer a outros mil leitores para pararem de comprar nos supermercados (que também são culpados) todos os óleos provenientes de países com este problema.
Desta forma, as pessoas de Itália, Grécia, Espanha, Turquia, Ucrânia etc. – onde o custo de vida é mais elevado do que nunca – deixarão de trabalhar para os criminosos e acabarão com a produção não só de azeite virgem extra falsificado e adulterado, mas também de óleos de soja, canola e girassol.
Além disso, as autoridades aduaneiras precisam de reformular as normas para a importação de óleos. Por exemplo, poderiam impedir a importação de azeites por compradores sem licença adequada, que procuram uma fatia deste grande lucro. Venho escrevendo sobre este assunto há mais de quatro anos. O facto é que Macau, Hong Kong e a China estão a receber a MAIOR PARTE do produto, em comparação com o que os EUA ou a Austrália recebem.
Fontes:
1. Itália detém 33 acusados de fraude com azeite – The Olive Oil Times
#Azeite #Fraude #Itália
